Há vezes em que tenho uma visão tão longínqua de tanta coisa. De demasiadas coisas. O resultado é sempre pegar em poucas delas (em uma só, na maior parte dessas vezes que existem) e analisá-las. E aperceber-me, fria mas emocionadamente, que enquanto me afasto das coisas que não estão nada mais do que pseudo-formatizadas na minha vida, outras chamam por mim, olham para mim, sorriem-me, fazem com que eu fale e eu, no mais longínquo dos sentires, creio viver um presente que, no final, se está a fazer desenhar e grita-me nos sonhos; e me diz "Estou distante".
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