04/06/2012


Quando gostei de ti, foi a sério. Esperava o dia todo para ver os teus olhos e fazia de ti a coisa mais importante dos meus dias. Era a sério. Foi a última vez que gostei de alguém a sério.
Entretanto, deixei de sentir essas coisas, tudo isso deixou de existir. E, agora, é indiferente para mim se me sentem a sério, como eu te sentia a ti, ou se morro já amanhã.
Por isso: é. Só há o medo que o interruptor da auto-destruição (que liga (a)o amor) se ligue em mim. Porque não se quer isso. Nenhum de nós (nem o mundo) deveria querer isso.

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