estás a ser bom comigo. Estás a iluminar as tuas ruas, independentemente do Sol as iluminar ou não. A tua chuva tem sabido como não sabe mais chuva nenhuma. As tuas ruas têm tido a luz que preciso. Os olhares que as tuas pessoas me dão enchem a minha necessidade de interpretações sociais. As tuas horas têm passado devagar quando preciso que assim seja; as tuas horas têm conseguido arrastar-se por menos quando assim o preciso. A minha vida, essa, tem sido exactamente a que cresce e não se sente a crescer, nas tuas ruas e no teu ar. Nos teus sons e nos teus cheiros. Nas tuas pessoas, também. E por isso e tudo o mais te agradeço. Obrigada.
se sais de um lugar tens de ir para outro, não se pode ficar a pairar no vazio ou talvez.
ResponderEliminardas duas uma: ou já não voltamos a nós ou então nunca chegámos a sair.
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